sábado, 12 de outubro de 2013

Teoria didática do ensino de matemática com Ábaco


Teoria didática de ensino da matemática

Os alunos da 2ª série começaram a realizar os exercícios propostos, mostraram-se bem surpresos e tiveram um pouco de dificuldade.
Ao longo das atividades eles começaram a familiarizar com o ábaco, logo após os alunos compreenderam a posição de cada número na ordem correta, a operação da adição representada pelo ábaco, eles gostaram muito e foram muito receptivos com o trabalho.

As seguintes perguntas foram:
1-      Como será representada a unidade e a dezena no ábaco?
2-      Como é feita a contagem?
3-      Como representar cada quantidade?
4-      O que é um ábaco?
5-      Para que serve?












Referências bibliográficas:
Matemática Infantil-1. Blogspot.com.br
Livro: De olho no Futuro Matemática
Editora: Quinteto
Autora: Marinez Meneghello e Ângela Passos.


Como construir um Ábaco e algumas atividades com Ábaco

Construção do Ábaco


 Atividades que podem ser propostas para serem feitas com ábacos


sábado, 5 de outubro de 2013

Ábaco

O que é um Ábaco?

É um instrumento usado para fazer cálculos aditivos, subtrativos, multiplicativos e divisórios, em alguns lugares como China, Japão, é utilizado também para fazer raízes quadradas e cubicas e até mesmo o sistema fracionário.
O ábaco é um instrumento criado provavelmente pelos Mesopotâmicos, e assim passando para diversos países e sendo usado para fazer cálculos até nos dias de hoje, claro que é usado menos, pois, tenologias como de computadores que propõem softwares próprios para fazerem os cálculos e até mesmo calculadoras, este instrumento (ábaco) se tornou arcaico, embora que ainda muito utilizado na China e no Japão nos dias de hoje.
No Brasil estamos utilizando-o para a construção dos números e das razões quantitativas para que assim os alunos consigam com mais facilidade compreender a aritmética.


Modelos de Ábacos

Ábaco Mesopotâmico


Foi construído em pedras lisas, cobertas com areia, e bolas de pedra eram colocadas para ajudar em cálculos.
Acredita-se que deu-se início a criação do ábaco na Índia, Mesopotâmia ou Egito, mais não se tem registros ao certo da localização da criação deste instrumento.


Ábaco Babilônio


Os babilônios podem ter utilizado esse ábaco para as contas mais simples que são adição e subtração, mais repararam que não servia para contas mais complexas, logo existem pessoas que viram este modelo de ábaco com um caráter alfabético.

Ábaco Egípcio



Os egípcios utilizavam o ábaco de forma oposta do gregos.
Historiadores ainda tentam entender a utilização deste instrumento se realmente era utilizados para cálculo, ou continha outra utilidade


Ábaco Grego


Uma tábua encontrada na ilha grega de Salamina em 1846 data de 300 a.C, fazendo deste o mais velho ábaco descoberto até agora. É um ábaco de mármore de 149 cm de comprimento, 75 cm de largura e de 4,5 cm de espessura, no qual existem 5 grupos de marcações. No centro da tábua existe um conjunto de 5 linhas paralelas igualmente divididas por uma linha vertical, tampada por um semicírculo na intersecção da linha horizontal mais ao canto e a linha vertical única. Debaixo destas linhas, existe um espaço largo com uma rachadura horizontal a dividi-los. Abaixo desta rachadura, existe outro grupo de onze linhas paralelas, divididas em duas secções por uma linha perpendicular a elas, mas com o semicírculo no topo da intersecção; a terceira, sexta e nona linhas estão marcadas com uma cruz onde se intersectam com a linha vertical.

Ábaco Romano


O ábaco romano foi criado por volta do século XIII, sendo utilizado como um método comum de cálculo, sendo utilizados por comerciantes, artesões, engenheiros, entre outros. Sua forma é de uma tábua com 8 sulcos, e em cada sulcos existe 5 calculis(bolinhas de contas) e 4 calculis no sulco superior.

Ábaco Indiano


Fontes do século I descrevem a sabedoria, do uso do ábaco, este instrumento de cálculo no século X os indianos tinham o para gravar resultados neste instrumento. Textos hindus utilizam o termo shunya (zero)para representar a coluna vazia.

Ábaco Chinês


Este instrumento também conhecido como suanpan na China, relatos mostram que não é usado apenas para contar, utiliza-se o para fazer operações que utilizam a multiplicação divisão, adição, subtração, raiz quadrada e cubica numa alta velocidade.
O suanpan chinês é muito parecido com o ábaco romano, pois existem comércios entre os dois na antiguidade, e também por utilizarem o mesmo tipo de cálculo derivando de 5 dedos por mão, mais os chineses não usavam o zero até ser introduzido na Dinastiga Tan.

Ábaco Japonês


Este instrumento é conhecido no Japão como soroban, tem a mesma função que o suanpan (chinês), e é até hoje utilizado para fazer cálculos, mesmo tendo grandes facilidades de calculadoras de bolso mais baratas.

Ábaco dos Nativos Americano


Fontes dizem de um ábaco chamado nepohualtzintzin na antiga cultura asteca, este ábaco mesoamericano utiliza o sistema de base 20 com 5 dígitos.
O Guipu dos Incas eram um sistema de cortas atadas, mais não era utilizados para fazer cálculos, apenas gravar dados numéricos.
Para calcular eles utilizavam uma Yupana (quéchua para uma tabua de contar).


Ábaco Russo


Também conhecido como schoty normalmente tem apenas um lado comprido, com 10 bolas em cada fio (exceto um que tem 4 bolas, para fracções de quartos de rublo). Este costuma estar do lado do utilizador. O ábaco russo é habitualmente utilizado na vertical, com os fios da esquerda para a direita ao modo do livro. As bolas normalmente são curvadas para que possam se locomover pelo centro, sendo movidas para a direita.
Foi utilizado nas escolas até os anos 80, hoje em dia visto como um objeto arcaico.

Ábaco Escolar


Muito utilizado na Educação Infantil e na Educação Básica para ajudar no ensino do sistema numérico e aritmética.


Ábaco para Deficientes Visuais


Um ábaco adaptado, inventado por Hellen Keller e chamado de Cranmer, é utilizado ainda por deficientes visuais. Embora que possam utilizar as calculadoras falantes, este instrumento ainda é ensinado as crianças com este tipo de deficiência, pois as calculadoras falantes jamais farão com que eles aprendam as competências matemáticas, sendo que com o ábaco eles fazem cálculos de adição, subtração, multiplicação, divisão, raiz quadrada e cubica.















links de acesso:


Apresentação da História da Matemática

O que é Matemática?
É uma linguagem usada para expressar as quantidades, como relacionar  coisas, medir e avaliar grandezas e formas.
Sua linguagem são os símbolos como algarismos e letras, equações figuras e formas.

Como surgiram os números?
Os números não surgiram de uma hora para outra, nem o inventor uma só pessoa.
foi aproximadamente 30.000 anos atrás, para contar, os homens faziam rabiscos ou ossos de animais.
Já em sua evolução, começaram a ser usados pedras para controlar seus rebanhos, uma para cada animal.
Pois em latim matemática significa conta com pedras.
o homem  passou então a contar com os dedos da mão, cinco peixes, cinco animais, etc.
Existem relatos que afirmam que os egípcios desenvolveram os símbolos.
No decorrer deste desenvolvimento surgiu a escrita.
A criação dos símbolos foi um passo muito importante para o desenvolvimento da matemática.
Na pré-história, os homens juntavam 3 bastões com 5 bastões para obterem o número 8.
Hoje sabemos representa-los assim:
3+5=8
Há uma história entre os egípcios, que o súdito do Faraó chamado Ahmesu escreveu um papiro (antigo manual de matemática) que contém oitenta problemas, todos resolvidos sobre problemas do dia a dia. Este papiro encontra-se no museu de Londres.
Outro papiro também conhecido de Moscou, encontra-se em Moscou.
Surgiu através dos hindus os chamados algarismo hindu-arábicos, que são os números matemáticos usados atualmente.
Muitos foram os povos que desenvolveram um sistema numérico aritmética e  geometria.
O processo da numeração fez e faz parte das apropriações da linguagem para a comunicação da humanidade.

A visão do educador é entender a visão das crianças

As possibilidades de intervenções são várias basta usar a criatividade.
Devemos fazer com que as crianças entenda sobre as quantidades, antes de ensina-los sobre os números.
Não é correto apenas ensinar sobre os números 1,2,3..., e não mostrar o que é feito para se chegar até os números.
Podemos representar os números de várias formas: como balões, palitos, caixas, etc., representando assim as quantidades que eles equivalem, isto é, a quantidade que existe dentro do número e que ele pode ser somado, subtraído, dividido e multiplicado.
A brincadeira ainda é a melhor forma de ensinar, podemos utilizar jogos, bolas, inventar brincadeiras, uma infinidade de possibilidades e o que de verdade vale é fazer com que a criança entenda e se divirta, com certeza ela não mais se esquecerá.
Na medida em que as crianças vão aprendendo pode-se avançar o grau de dificuldade.
A principio, elas começam a contar tudo que se tem na sala, alunos, nomes dos alunos, qual número é maior que o outro e porque, e ao mesmo tempo em que ela aprende a sequencia numérica dos algarismos.
É comum que as crianças decorem a sequencia numérica, mas é interessante que isso se desvincule, para quando for visto um número ela saiba sobre ele.
Devemos entender que a aprendizagem dos alunos talvez não seja alcançadas tão rapidamente, requer também paciência, vontade por parte do educador ao observar as crianças/ alunos individualmente.













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